Maio – 2017

PROGRAMAÇÃO

Maio 2017

 

TEATRO

 

f1 “Água à Vista!”

Visconde havia descoberto um manancial de águas medicinais nas terras do Sítio do Picapau-Amarelo, as crianças por sua vez ficaram anciosas para saber mais sobre a água e suas propriedades.

Para analisar esta água, Visconde entra em contato com Lucrécia Bromel, uma grande cientista (um tanto doida).

Com sua chegada muita confusão está por vir, venham se divertir com uma grande aventura da turma do Sítio.

 

EXPOSIÇÃO PERMANENTE

 

f2Monteiro Lobato – Vida, Realidade e Sonho.

Exposição de painéis gigantes que contam a vida e obra do grande ilustre e autor taubateano Monteiro Lobato.

 

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA

f3Marie Curie 1867-1934
Divulgar a vida desta importante cientista entre o público adolescente e adulto das comunidades locais da exposição, em especial nos museus e centros culturais do Estado de São Paulo. A exposição mostra a vida e a obra da física polonesa Maria Skodowska Curie (1867-1934), sua trajetória de como uma pessoa simples, de origem humilde e desconhecida, alcança a fama de pesquisadora renomada e ganhadora do prêmio Nobel, reconhecida mundialmente. Numa época em que as oportunidades para as mulheres eram restritas, Marie Curie se destacou de várias maneiras. Formou-se em matemática e química, fez dois mestrados, um doutorado e recebeu um Prêmio Nobel de Física e outro de Química. Foi primeira mulher a receber a honraria sozinha, além de o único cientista até hoje a conquistar duas vezes a premiação em áreas da ciência.

A mostra é composta de 13 banners, sendo que cada banner apresenta um determinado período da vida da cientista. O conjunto de banners demonstra a excepcional trajetória desta brilhante cientista.

Exposição até dia 14.05.17

15b

Museus são espaços de estudo, pesquisa, educação, contemplação, lazer, diálogos e também de construção de histórias e narrativas museográficas. Ao articular memórias, essas instituições produzem discursos expográficos que articulam variadas linguagens e são apropriados pelo público de diferentes formas.

A maneira mais usual da memória ser transmitida é por narrativas, que são elaboradas por meio de um processo dialético entre esquecimento e lembrança, em que o “esquecer” tem um papel fundamental ao dar destaque àquilo que é “lembrado”. As narrativas são construídas tanto de silêncios quanto de sons, como ocorre com a música, que se apresenta como uma sequência ordenada de notas sonoras e pequenas pausas silenciosas. Assim como seria inaudível uma peça musical que contivesse todas as possibilidades sonoras existentes, seria ilegível uma narrativa que contivesse todas as histórias do mundo.

As narrativas, as histórias e também os discursos museológicos são construções sociais.

Narrar o passado é reinventá-lo, é colocá-lo sob o filtro interpretativo de seu narrador, seja ele um livro, um jornal, uma pessoa, uma exposição, uma instituição.

Como pensar então as histórias contadas pelos museus? As narrativas museográficas são produzidas a partir de escolhas, disputas de poder e silêncios. Nelas estão contidos os usos de determinados passados, materializados nos objetos de acervo e circunstanciados pelos interesses do presente e daqueles que os narram. Tal seleção produz ausências e esquecimentos; é o que chamamos de “não dito”, típico das operações que configuram as escritas de histórias.

Por tempos, foi recorrente nos museus a seleção e a guarda de objetos representativos das memórias das chamadas classes dominantes, ocasionando esquecimentos e uma lacuna no acervo de peças que expressam os feitos daqueles que a escrita oficial da História e a narrativa tradicional da Museologia optaram por silenciar. Como exemplo, podemos citar a recorrente escolha em expor peças representativas da riqueza e do “bom gosto” em detrimento de objetos utilizados pelas chamadas classes populares, mesmo quando ambos estão ligados ao tema da instituição. Assim, o museu, que é um espaço de legitimação e valorização sociocultural, elenca e discrimina ao mesmo tempo,

produz vozes e silêncios e define o que será colocado à vista. Entretanto, ao se abrirem para o diálogo com grupos sociais ausentes das narrativas museológicas tradicionais, as instituições começam a repensar o que foi imposto como verdade única. Com isso, preconceitos são confrontados e outras possibilidades de narrativas são levantadas.

Refletir sobre as ausências, contudo, não significa adotar como prática atulhar os museus de objetos e memórias, buscando preencher todas as lacunas e representando todas as versões e grupos sociais, segundo uma vontade insaciável de guardar e lembrar que se pretende total. Tal empreitada iria torná-los tão impossíveis como uma música sem pausas e silêncios, mais próxima ao barulho do rush citadino do que a precisa regência de um maestro. Antes, faz-se necessário pensar sobre os “não ditos” nos museus, tendo em mente as inúmeras possibilidades de construção museológica que essas instituições nos oferecem. Seus silêncios podem nos ajudar a pensar sobre a própria elaboração e representação do passado, bem como sobre os dispositivos de poder mobilizados na legitimação de memórias. E o grande desafio é articular os silêncios com as peças de acervos, de modo a construir ritmo e harmonia expográficos.

As histórias são construídas nas relações de poder e possuem múltiplas identidades, sendo passíveis de controversas e de diferentes versões. Partindo dessa premissa, o Instituto Brasileiro de Museus convida todas as instituições museológicas a uma reflexão sobre o tema “Museus e histórias controversas: dizer o indizível em museus”. Quais as histórias que nossos museus estão contando? Como eles colaboram para a construção ou para o questionamento das versões oficiais dos grupos dominantes? Quais outras histórias precisam ser lembradas? Como trabalhar na expografia o confronto entre lembranças e esquecimentos?

Que esse pensamento crítico se desdobre em diálogos com o público e também em programações especiais durante a 15a Semana Nacional de Museus. Participem!

 

Texto produzido com colaboração do

Museu Histórico Nacional/ Instituto Brasileiro de Museus

 

f5

02/05/2017 a 02/07/2017 – 09h às 17h

EXPOSIÇÃO – “Não perfurar e não deixar que se perfure” – Uma luta pelo Petróleo. A partir de uma carta inédita iremos expor em plotagens e documentos a luta de Lobato, e a sua busca pelo xisto betuminoso por seu avô.

 

02/05/2017 a 02/07/2017 – 11h e 16h

TEATRO – A obra Serões de Dona Benta fala de química e física. Após 80 anos de sua existência o Museu desenvolverá esta aventura e ciência no Laboratório do Visconde.

 

16/05/2017 a 07/11/2017 – 09h às 17h

AÇÃO EDUCATIVA – Durante 6 meses o Projeto Trilha Cultural Museus de Taubaté irá às escolas do município aplicando ação educativa com o objetivo de formação de público para a Área de Museus, composta por 6 Museus.

Local: Rede Municipal de Ensino da cidade de Taubaté/SP

 

16/05/2017 a 29/12/2017 – 09h às 17h

LANÇAMENTO – Juca na 1º infância. De maneira lúdica, o educativo resgata a infância de Lobato e traz as crianças de até 06 anos, um livro de contos de fadas, contando o não contado. Educador: Carlos E. Alcântara.

 

16/05/2017 a 29/12/2017 – 09h às 17h

LANÇAMENTO – Identificação do Acervo Museal por display. Trabalho de pesquisa e catalogação por Tamyres Gabriela Oliveira Silva.

 

17/05/2017 – 19h às 20h30

MESA REDONDA – Contra “a” versão velhas abordagens em Museus. Com os professores: Dra. Rachel Duarte Abdala, Dra. Suzana Lopes Salgado Ribeiro e Ms. João Gabriel R. de Almeida.

Local: Rua Visconde do Rio Branco, nº 22 – Centro – Taubaté/SP. Departamento de Ciências Sociais e Letras da UNITAU.

 

18/05/2017 – 14h30 às 17h – Visita Técnica no Museu dos alunos do curso de História da UNITAU, do projeto de documentação e catalogação desenvolvidos no ano de 2015/2016 por Tamyres Gabriela Oliveira Silva.

 

 

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06 e 07 – Sábado e Domingo

 

10h às 12h e 14h às 17h Turma do Sítio do Picapau Amarelo.

13h às 17h, sábado – Oficina de Mini Livro de “Curiosidades Ciêntíficas” – com V&A Produções.

ca10h às 11h, domingo – Roda Aberta de Dança Circular – Cateretê Produções focalizadora Vera Corrêa.  

13h às 17h, domingo – Oficina de Mini Livro de Ciências “Serões de Dona Benta” – com Fabricando Arte.

11h e 16h – Teatro “Água à Vista!”.

*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação.

 

 

13 e 14 – Sábado e Domingo

 

10h às 12h e 14h às 17h Turma do Sítio do Picapau Amarelo.

13h às 17h, sábado – Oficina de Flor no Copo em homenagem ao “Dia das Mães” – com V&A Produções.

13h às 17h, domingo – Oficina de Cartão “Vaso de Flores” para o Dia das Mães – com Fabricando Arte.

11h e 16h – Teatro “Água à Vista!”.

*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação.

 

 

20 e 21 – Sábado e Domingo

 

10h às 12h e 14h às 17h Turma do Sítio do Picapau Amarelo.

13h às 17h, sábado – Oficina de Móbile do Elemento Água – com V&A Produções.

13h às 17h, domingo – Oficina de Catavento com a Turma do Sítio “Serões de Dona Benta” – com Fabricando Arte.

11h e 16h – Teatro*: “Água à Vista!”.

*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação.

 

 

27 e 28 – Sábado e Domingo

 

10h às 12h e 14h às 17h Turma do Sítio do Picapau Amarelo.

13h às 17h, sábado – Oficina de Viseiras “Serões de Dona Benta”  – com V&A Produções.

13h às 17h, domingo – Oficina de Biruta de Vento “Serões de Dona Benta” – com Fabricando Arte.

11h e 16h – Teatro*: “Água à Vista!”.

*Retirada de senha 30 minutos antes do início da apresentação.

 

AULAS DE TAI CHI CHUAN

TERÇAS E QUINTAS DAS 07H30 ÀS 08H30

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 Mestre Benedito de Barros Filho

 

Informações Gerais:

  • As personagens estarão à disposição para fotos na parte externa do Museu.
  • Na parte interna e no Teatro não são permitidas fotos com flash e filmagens.
  • O estacionamento do museu é de uso exclusivo de funcionários.
  • Não é permitido lanchar no Museu, podendo ser feito um piquenique na área verde existente. Não temos refeitório ou cantina com venda de alimentos.
  • A visita no Museu é
  • De terça á domingo, das 09h às 17h.
  • Recomendamos o uso de repelente.

 

Ficamos gratos por visitarem o Museu Monteiro Lobato.

1h

Museu Histórico Folclórico e Pedagógico Monteiro Lobato

Tel: (12) 3625-5062 –  www.museumonteirolobato.com.br

Portão Principal: Av. Monteiro Lobato, s/nº – Chácara do Visconde – Taubaté/SP.

Portão Lateral: Avenida Campinas (em frente ao número 200) – Chácara do Visconde – Taubaté/SP

Entrada deve ser feita pelo portão principal

abr. 26 2017 Staff Categoria: Geral Agenda

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Museu Monteiro Lobato